Ministro Gilmar Mendes será expulso da Academia Mato-grossense de Letras

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Decisão é cogitada, já que três membros da AML requisitou a expulsão do ministro do STF por não comparecer às reuniões, devendo, necessariamente, fazê-los em pelo menos um terço das sessões anuais

Gilmar Mendes

A diretoria da Academia Mato-grossense de Letras (AML) se reuniu na manhã deste sábado (03), na Casa Barão de Melgaço, em Cuiabá, para receber e analisar pedido de exclusão definitiva do associado Gilmar Ferreira Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ocupante da cadeira nº 11 da academia.  A informação foi dada ao Blog ‘O Pentelho MT’ por três associados, que encaminharam um pedido à presidente da instituição, Maríli Beatriz de Figueiredo Leite, em convocar outros membros a discutirem a pauta.

 

Segundo os representantes da AML, Gilmar Mendes teria desrespeitado o Art. 30, do Estatuto da academia, que dispõe sobre os deveres do acadêmico. Se for acatada a denuncia, o acadêmico, que é mato-grossense da cidade de Diamantino, no Médio-Norte do Estado, será o primeiro a voltar a condição de “mortal” na história da AML.

 

“Comparecer às reuniões da AML, devendo, necessariamente, fazê-los em pelo menos um terço das sessões anuais, arredondando-se para maior. Bem como por não atender a nenhum outro item desse mesmo artigo, desde sua posse, com exceção do relativo à taxa de anuidade, do confrade Gilmar Ferreira Mendes, ocupante da cadeira nº 11 desta Casa, demonstrando seu total desinteresse. Assim, aplique-se a sanção prevista no Art. 31 – in fine… Exclusão definitiva dos quadros acadêmicos.Neste  termos, pede deferimento”, diz trecho de  um requerimento que foi  à presidência da academia.

Marilia Beatriz

Cadeiras

A Academia Mato-Grossense de Letras é composta por 40 cadeiras, todas com um patrono. A vaga é vitalícia e os candidatos são eleitos em sessão secreta, especialmente convocada para a finalidade. Após a votação, a comissão escrutinadora  incinera os votos, garantindo que nenhum deles seja revelado.

 

Um dos seus objetivos da AML é promover apoio, o incentivo e a proteção da cultura e das literaturas nacional e regional.

 

Imortal “rebelde”

 

Em sua página oficial na Internet, o ministro do STF, Gilmar Mendes, não faz nenhuma citação sobre a sua condição de “imortal” da Academia Mato-grossense de Letras (AML).

Sobre as atividades acadêmicas, Mendes diz que, atualmente, é professor da Universidade de Brasília(UNB), do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e da Escola de Direito do Brasil (EDB).

 

Na administração pública diz que exerceu os cargos de Procurador da República (1985-1988), adjunto da Subsecretaria Geral da Presidência da República (1990-1991), consultor jurídico da Secretaria Geral da Presidência da República (1991-1992), assessor técnico na Relatoria da Revisão Constitucional na Câmara dos Deputados (1993-1994), assessor técnico do Ministério da Justiça (1995-1996) e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (1996-2000).

AML

Em janeiro de 2000, foi nomeado advogado-geral da União. Dois anos depois, recebeu a indicação a ministro do Supremo Tribunal Federal. Tomou posse em 20 de junho de 2002, preenchendo vaga aberta com a aposentadoria do Ministro Néri da Silveira.

 

Escolhido pelo Supremo Tribunal Federal, integrou também o Tribunal Superior Eleitoral – de 29 de junho de 2004 a 27 de abril de 2006. Assumiu a Presidência do TSE em 21 de fevereiro de 2006 e em 27 de abril de 2006, tendo renunciado em virtude de sua posse na Vice-Presidência do Supremo Tribunal Federal.

 

Exerceu a Presidência do Supremo Tribunal Federal até maio de 2010, no biênio 2008/2010, tendo sido empossado em 23 de abril de 2008 e, também, neste período, a Presidência do Conselho Nacional de Justiça, desde 26 de março de 2008.

 

Gilmar Mendes é autor ou coautor de 25 livros, todos na área jurídica.

 

DALLAGNOL DESMORALIZADO: Jornalista revela como Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba protegeu Aécio; CONFIRA AQUI!

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O jornalista Marcelo Auler publicou em seu site, nesta terça-feira (23), um texto analisando como o senador Aécio Neves (PSDB-MG) vinha sendo protegido diante de tantas acusações ao longo dos últimos anos. Mesmo delegados da Polícia Federal não escondiam seu apoio ao tucano nas redes sociais.

“Mais do que possíveis transgressões disciplinares previstas na Lei 4878-65 (regime jurídico dos funcionários policiais civis da União e do Distrito Federal), demonstraram que os responsáveis pela Operação Lava Jato tinham um lado político definido. Não apenas torciam por um candidato. Faziam propaganda do mesmo”, afirmou.

O repórter ressaltou que o próprio juiz do caso, Sergio Moro, demonstrou intimidade ao ser fotografado ao lado de Aécio em um evento da revista IstoÉ, em dezembro de 2016, no Citibank Hall, na Zona Sul de São Paulo.

“Muito provavelmente, por conta desta falta de isenção a Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba jamais descobriu os pedidos de dinheiro, via caixa dois, feitos a empresários por Aécio Neves e/ou pela sua irmã, Andréa Cunha Neves, atualmente presa”, enfatizou.

DORIA DOOU R$ 50 MIL AO HOMEM DA MALA DE TEMER

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João Doria, prefeito de São Paulo, foi um dos doadores de campanha de Rodrigo Rocha Loures, o homem da mala de Temer; o deputado paranaense era responsável por cuidar dos interesses da JBS no governo; o tucano doou R$ 50 mil para a campanha a deputado federal de Loures.

Ligações perigosas: João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, mantinha uma relação além da institucional com o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Antes de entrar na política, Doria estava preocupado e acompanhava atentamente o sucesso eleitoral do “homem da mala” de Michel Temer.

Prova disso é a doação de R$ 50 mil feita por Doria à campanha de Rocha Loures em 2014. Declarada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a doação foi feita via transferência eletrônica no dia 29 de agosto de 2014 segundo o blog Maquiavel, da Veja.

Rocha Loures era o encarregado de tratar dos interesses da JBS com o governo e foi eleito como suplente em 2014. O titular do mandato é Osmar Serraglio (PMDB-PR), ministro da Justiça. No final de abril, ele foi flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil da JBS, que a PF desconfia ser destinada a Temer.

A assessoria de imprensa do prefeito afirma que “não há deferência nenhuma. O candidato estava em campanha e o prefeito fez uma doação legal, do seu próprio bolso. Naquele momento, o deputado Rocha Loures era um parlamentar com relações no meio empresarial. Ele não fazia parte da comitiva do prefeito que viajou a Nova York, até porque o prefeito não viaja em comitiva. O prefeito foi convidado a alguns eventos aos quais Rocha Loures também foi. João Doria doou 50.000 reais a um candidato de suas relações e sobre o qual, naquele momento, nada pesava”.

ÁUDIO REVELA QUE AEROPORTO DE CLÁUDIO ERA MESMO DE AÉCIO

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As gravações da Polícia Federal trazem mais uma confirmação humilhante para o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); de acordo com os grampos, o aeroporto de Cláudio (MG), construído com dinheiro público na sua gestão, servia para atendê-lo e a chave ficava com seu segurança; a informação veio em uma conversa interceptada de Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, o mesmo indicado pelo tucano para receber R$ 2 milhões, solicitados pelo tucano ao empresário Joesley Batista, da JBS; o aeroporto de Cláudio foi construído em uma área que pertencia a um tio-avô de Aécio; a obra foi concluída em 2010, a um custo de R$ 13,9 milhões; a pista fica próxima a uma fazenda da família..

As gravações da Polícia Federal trazem mais uma confirmação humilhante para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que se licenciou da presidência do PSDB e já foi afastado do cargo de senador pelo Supremo Tribunal Federal.

De acordo com grampos da operação controlada da Polícia Federal deflagrada na semana passada, o aeroporto de Cláudio, em Minas Gerais, construído com dinheiro público durante a gestão de Aécio, servia para atender a família do tucano e a chave ficava com seu segurança, informa reportagem de Fábio Leite.

A informação veio em uma conversa interceptada de Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, o mesmo indicado pelo tucano para receber R$ 2 milhões solicitados pelo senador ao empresário Joesley Batista, da JBS, segundo ele para pagar despesas do advogado no âmbito da Lava Jato.

O aeroporto de Cláudio foi construído em uma área que pertencia a um tio-avô de Aécio. A obra teve início durante sua gestão e foi concluída em 2010, a um custo de R$ 13,9 milhões. A pista fica próxima a uma fazenda da família Neves.

Confira o diálogo de Fred:

“Se o Duda tá descendo no avião alguém vai abrir o portão pra ele ou não?”, pergunta o interlocutor não identificado. “Sim, já deve ter aberto… ele já deve ter saído e já deve ter fechado”, responde Fred. “E quem que é essa bênção de pessoa?, continua o interlocutor. “Deve ser o segurança do Aécio”, diz Fred. “Ah, ele tem a chave?”, insiste o interlocutor. “Deve ter.. tô imaginando na condição de alguém for lá abri-lo…Eu não sei nem se vai, mas deve…Passa lá na porta”, conclui Fred.

TEMER AGIU COMO MAFIOSO E TEM QUE RENUNCIAR

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Jurista e doutor em Direito Penal afirma, em entrevista à TV 247, que Michel Temer “tem que renunciar imediatamente” por conta do áudio divulgado pelo empresário Joesley Batista, da JBS, no qual cometeu pelo menos três crimes; “Eu vejo esse áudio como o encontro do máfia, que não se encontra visivelmente. Eles escolheram o porão do Palácio do Jaburu às 23h. Isso é coisa de máfia”, opinou; para ele, nossa situação está hoje “igualzinha” à da Guatemala, onde o ex-presidente Otto Pérez Molina teve prisão decretada sob a acusação de liderar uma rede de corrupção, ou da Coreia do Sul, onde a presidente, também acusada de corrupção, também já está na cadeia; Luiz Flávio Gomes explica por que o crime do senador Aécio Neves (PSDB-MG) não pode ser considerado flagrante e critica ainda os excessos da Lava Jato.

O jurista e professor Luiz Flávio Gomes, doutor em Direito Penal, acredita que Michel Temer deva “renunciar imediatamente” após a divulgação do áudio do empresário Joesley Batista, do grupo JBS, em delação premiada.

“Eu vejo esse áudio como o encontro do máfia, que não se encontra visivelmente. Eles escolheram o porão do Palácio do Jaburu às 23h. Isso é coisa de máfia”, opinou, em entrevista concedida à TV 247 nesta segunda-feira 22. “Joesley veio da máfia, do crime organizado, prestar contas ao chefão”, disse.

“Nossa situação hoje está igualzinha à da Guatemala, e o povo ficou um ano batendo, batendo no presidente corrupto e por tráfico de entorpecentes. No final, o povo venceu e o presidente está na cadeia. No caso da Coreia do Sul, a presidenta está acusada de corrupção, inclusive envolvendo a empresa Samsung, já começou o impeachment, mas ela já está na cadeia”, comparou o jurista.

Na entrevista, Luiz Flávio Gomes explica por que o crime do senador Aécio Neves (PSDB-MG) não pode ser considerado flagrante, única razão que pode levar um parlamentar à prisão, como foi o caso do ex-senador Delcídio Amaral, que acabou sendo preso.

Segundo o jurista, os dois casos são “bem diferentes”, pois Delcídio ainda estava cometendo o crime, ao efetuar pagamentos a Nestor Cerveró em troca de seu silêncio na prisão, ou seja, o crime ainda estava sendo cometido, enquanto o de Aécio foi concluído – a entrega de R$ 2 milhões pelo empresário Joesley Batista a um primo seu, Frederico Pacheco, Fred, a pedido do senador tucano.

Médico chora por temer morte de pacientes e causa comoção. VÍDEO…

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Diretoria pede transferência dos pacientes do Hospital de Sorriso; MP tenta evitar fechamento.

A diretoria do Hospital Regional de Sorriso (HRS) continua com a tentativa de transferir (regular) os pacientes para outras unidades hospitalares, uma vez que os medicamentos e outros insumos estão quase no fim do estoque. O problema, ainda maior, é que a falta de alguns materiais pode até culminar na morte de quem está internado. Assista AQUI.

Conforme o diretor-técnico, o médico Roberto Satoshi, é difícil conseguir vagas nos outros hospitais do Estado. E no de Sorriso há 80% de ocupação dos leitos. “Estamos com o término de estoque de alimentação, gás de cozinha e gases medicinais”.

A informação é de que os pacientes que dependem de oxigênio, das UTIs adulto e Neonatal, precisam ser regulados (transferidos) via Central Estadual de Regulações, para os Hospitais que possam recebê-los. “O problema é que há situações de pacientes que não têm condições nem para serem transferidos. Mas esperamos que o problema se resolva, antes dos danos serem maiores”.

Conforme o diretor-técnico, o médico Roberto Satoshi, até quarta-feira (24) os alimentos acabarão. Até sexta-feira, no máximo, os gases medicinais chegarão ao fim. “O caos chegou. Quarta-feira a comida vai estar no estoque zero. Vamos servir o quê? Água com barro? A partir de amanhã, tentaremos transferir os pacientes. Vamos pelo menos colocar no sistema de regulação para assegurar os pacientes porque se faltar gases medicinais vai começar a morrer gente. Não tenho o que falar”, disse emocionado.

Ainda de acordo com informações, o Ministério Público Estadual – que está ciente da situação caótica – está tentando evitar que o Hospital Regional de Sorriso feche as portas.

A unidade está sem condições de manter os atendimentos, mesmo apenas os casos de urgência e emergência.

Amanhã, a crítica situação do Hospital, em decorrência da falta de repasses por parte do Governo do Estado, será discutida na Câmara Municipal de Sorriso, às 8h.

O hospital atende a quase 500 mil moradores de 15 municípios do Médio Norte. Os presidentes das Câmaras de Vereadores da região, parlamentares e prefeitos – que integram o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Teles Pires -, além de entidades civis organizadas devem participar da reunião que visa buscar soluções para a manutenção do HRS.

Outro lado

Procurada, a Secretaria de Saúde (SES) encaminhou a mesma nota enviada na semana passada ao Portal Sorriso MT e ficou de confirmar, na manhã desta terça-feira, se o montante prometido (R$ 54 mil para o pagamento de fornecedores de alimentos) realmente foi depositado.

Bob Fernandes: O governo Temer acabou. O que ainda se move e fala são zumbis em torno dele

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Vídeo: Com toda corrupção onde estão as multidões que pediram a queda de Dilma agora?

Uns pretendem manter os zumbis; ainda querem, buscam a entrega do serviço contratado.

Outros, até pra escapar à contaminação, querem se livrar dos zumbis. Esse zumbinato nasceu de uma Farsa.